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Partilhas importantes sobre o Santuário Basílica Nossa Senhora da Piedade

1. A reitoria do Santuário Basílica Nossa Senhora da Piedade – Padroeira de Minas Gerais, com pesar, suspendeu as visitações às unidades do conjunto arquitetônico (Estação da Piedade, Restaurante, Cafeteria, Casa de Hospedagem, Cripta São José, Basílica Estadual das Romarias e a Ermida da Padroeira de Minas Gerais – Basílica Nossa Senhora da Piedade), aguardando definição de tratativas com o DER/MG.


2. A decisão foi motivada por determinação do DER para não haver controle do fluxo de pessoas que sobem a estrada no território do Santuário – embora esteja dentro de uma área da Igreja, a estrada é de responsabilidade do DER.


3. No primeiro fim de semana sem este controle – 5 e 6 de junho -, foram registrados engarrafamentos e depredações. Uma situação de risco para as pessoas, que percorrem a estrada estreita, sinuosa. Riscos também para o patrimônio religioso, histórico, cultural e meio ambiente, pela ameaça de sobrecargas no trânsito de veículos, da presença de grupos que não respeitam a sacralidade do território, provocando focos de incêndio, consumindo drogas, transitando em alta velocidade com motos e bicicletas.


4. Sublinhe-se: todo o território atravessado pela estrada é propriedade privada, com registro em cartório, da Igreja Católica que bem cuida daquela região há quase três séculos, preservando-a, para que esteja a serviço de todos.


5. O Santuário Basílica da Padroeira de Minas sempre acolheu todos os peregrinos, mas precisamos considerar as mudanças vividas pela sociedade: maior número de carros circulando pelas ruas, em comparação ao que se verificava em meados do século passado, quando a estrada foi pavimentada, maior número de visitantes e peregrinos ao Santuário, graças ao trabalho de revitalização promovido pela Igreja Católica desde 2010, mais consciência sobre a necessidade de se preservar o meio ambiente e os patrimônios histórico-culturais. Todas essas mudanças contemporâneas exigem mais controle e zelo dedicados ao território do Santuário.


6. Nos sites e redes sociais da nossa Arquidiocese e do nosso Santuário há muitas informações esclarecedoras a respeito da realidade do nosso Santuário. Pedimos ajuda para que sejam compartilhadas nas redes sociais de nossas comunidades de fé.


Fonte: Site da Arquidiocese de Belo Horizonte - acesso em 15/06/2022 às 09h35



Reprodução print: instagram.com/maepiedade

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